O AC/DC construiu uma história repleta de clássicos, riffs imortais e hinos que moldaram o rock para sempre. Dentro desse catálogo gigantesco, cada integrante guarda suas próprias favoritas e Angus Young, claro, tem um carinho especial por algumas faixas em que a guitarra assume realmente o protagonismo.
Em entrevistas anteriores, o guitarrista já destacou algumas delas. Ele menciona Bad Boy Boogie, que, segundo ele, tem “um toque peculiar” graças às ideias de Malcolm Young. Também cita Back in Black, faixa que Angus afirma “adorar tocar”. E, obviamente, aparece Thunderstruck, música que exige preparo: “Preciso me aquecer por uma hora antes de tocar”, disse ele, rindo.
No entanto, há uma quarta música que ocupa um lugar especial para Angus: Riff Raff, do álbum Powerage (1978). Para ele, essa é a verdadeira resposta do AC/DC à guitarra.
“Se eu estivesse pensando apenas como guitarrista, escolheria ‘Riff Raff’. O trabalho de guitarra foi um grande desafio, mas também muito interessante pela forma como a música se desenvolve.”
Não é à toa. O riff de abertura é um dos mais intensos da carreira da banda. A Rolling Stone, que incluiu a faixa entre as 25 músicas essenciais do AC/DC, descreveu seus primeiros 40 segundos como “tensos, cheios de expectativa e absolutamente eletrizantes”. Assim que o resto da banda entra, tudo explode em pura energia.
Riff Raff sempre foi um destaque nos shows da era Powerage. A música saiu dos setlists por anos, mas retornou em 2016, durante a fase com Axl Rose nos vocais. Agora, com o AC/DC confirmado para voltar ao Brasil em 2026, os fãs vivem uma nova expectativa: será que Angus trará seu favorito de volta ao palco?


