O Green Day levou a energia do punk rock ao Super Bowl LX com um medley de faixas do álbum American Idiot (2004). Sem discursos diretos, a banda deixou que as músicas falassem por si. Ainda assim, a escolha do repertório carregou o recado.
Após um trecho de “Good Riddance (Time of Your Life)”, o trio engatou “Holiday”. Em seguida, veio “Boulevard of Broken Dreams”. O momento mais intenso, porém, ficou com “American Idiot”, executada de forma direta e sem rodeios.
Green Day abriu o Super Bowl 60 e apresentou o clássico “American Idiot” durante a cerimônia de abertura do jogo em Santa Clara! 🏈 🔥 #SuperBowl pic.twitter.com/BgtwZEm3oI
— Moodgate ⚡️ (@Moodgate_) February 8, 2026
Billie Joe Armstrong cantou os versos iniciais de “American Idiot”, que criticam histeria e manipulação. Ele não alterou a letra desta vez. Mesmo assim, a música já dizia muito por si só. Portanto, a performance soou política pelo contexto, não por falas no palco.
A abertura da noite
Antes do Green Day, Coco Jones cantou “Lift Every Voice and Sing”. Logo depois, Brandi Carlile apresentou “America the Beautiful”. Em seguida, Charlie Puth interpretou o hino nacional no Levi’s Stadium, em Santa Clara.
Na sexta-feira, durante um evento pré-Super Bowl, Armstrong criticou o ICE e citou temas sensíveis em sua fala. Desse modo, a apresentação do domingo ganhou ainda mais camadas de leitura para o público atento.
O que vem depois
Mais tarde, Bad Bunny assume o show do intervalo do Super Bowl 60. A escolha gerou debate e reações da ala conservadora. Ainda assim, a noite já começou com um statement sonoro: o Green Day no ataque.
Green Day as expected killed it opening for the Super Bowl! LFG🤘🏽🔥 #SuperBowlLX #SuperBowl pic.twitter.com/dqVEDwZMNt
— Giselle//💥⏳ 💍💫 (@giselleb1234) February 8, 2026


