Paul McCartney entra no Letterboxd e revela seus filmes favoritos

Paul McCartney em retrato com expressão surpresa
Paul McCartney revelou seus filmes favoritos ao criar conta no Letterboxd.

Paul McCartney agora também está no Letterboxd. Além de construir uma das carreiras mais influentes da música, o ex-Beatle decidiu compartilhar outra de suas paixões: o cinema. Para começar, ele publicou quatro filmes que marcaram sua vida, escolhas que vão do rock clássico ao terror contemporâneo.

A plataforma, que já reúne nomes como Martin Scorsese, Charli XCX e Sean Baker, ganha agora mais um perfil de peso. E, logo de cara, McCartney mostrou que seu gosto é tão diverso quanto sua discografia.

The Girl Can’t Help It (1956), dir. Frank Tashlin

Primeiramente, aparece a comédia musical estrelada por Jayne Mansfield. Ambientado no universo adolescente dos anos 1950, o filme captura a explosão do rock and roll. Inclusive, o título faz referência direta a uma música de Little Richard.

McCartney já declarou que ama o filme e que o reassiste com frequência. Não por acaso, a energia juvenil e o espírito do rock dialogam com suas próprias origens musicais.

On the Waterfront (1954), dir. Elia Kazan

Em seguida, surge o clássico vencedor de oito Oscars, incluindo Melhor Ator para Marlon Brando. O drama acompanha Terry Malloy, um ex-boxeador envolvido em corrupção sindical e conflitos morais.

Segundo McCartney, trata-se de “uma película fantástica”. Diferentemente do clima leve do primeiro título, aqui o tom é mais denso e introspectivo, o que revela outra camada de suas preferências.

Get Out (2017), dir. Jordan Peele

Por outro lado, McCartney também incluiu um fenômeno recente. O thriller de Jordan Peele combina terror psicológico e crítica social ao abordar o racismo estrutural de forma incisiva.

Sobre o filme, o músico afirmou que Peele fez “um ótimo trabalho”. Assim, ele demonstra atenção ao cinema contemporâneo e a obras que provocam reflexão.

The Last Waltz (1978), dir. Martin Scorsese

Por fim, fecha a lista o documentário que registra o show de despedida do The Band. Com participações de Neil Young, Van Morrison e Bob Dylan, o longa se tornou um marco do rock no cinema.

McCartney destacou o impacto emocional da produção e seu caráter quase definitivo. Portanto, a escolha reforça seu vínculo com narrativas musicais e celebrações de legado.

No conjunto, essa seleção revela um mapa afetivo que mistura nostalgia, drama clássico e cinema moderno. Ao mesmo tempo, mostra que, mesmo décadas depois do auge dos Beatles, McCartney continua curioso, atento e aberto a diferentes formas de arte.