Não é MPB. Nem lo-fi. Nem pop alternativo. O novo álbum de Do Prado inaugura algo diferente: a MPA – Música Popular Alternativa.
Quantas vezes é possível se apaixonar? traz à tona uma sonoridade que já existia, mas sem nome. Agora, ganha identidade. O trabalho nasce da vontade de nomear uma estética híbrida que circula entre artistas e ouvintes fora dos rótulos tradicionais.
As faixas misturam R&B, samba soul, trap lo-fi e bossa nova. Tudo com a linguagem própria de Do Prado. A produção envolveu Tiago Camargo, Gabriel Camargo (da banda Vício) e Renato Cortez (Elephant Run). As gravações aconteceram em estúdios de São Paulo e Minas Gerais.
Destaques para Canto, Desejo, Perdido e Gaiola Fechada, que ganhou clipe em 2024. São músicas que equilibram o digital com o orgânico e resgatam afetos cotidianos.
“Esse disco mistura muita coisa que faz parte de mim. Tem MPB, samba soul, R&B, bossa… mas tudo do meu jeito. É a cara do interior com um olhar atual.” — Do Prado
O álbum fala de amor, amadurecimento e identidade. E marca uma nova fase na carreira do artista. Mais do que um lançamento, é o ponto de partida de um novo jeito de escutar.


