M. Shadows admite arrependimento sobre música do Avenged Sevenfold

Avenged Sevenfold traz a turnê Life Is But a Dream para São Paulo e Curitiba. (Foto: Reprodução/Instagram)
Avenged Sevenfold traz a turnê Life Is But a Dream para São Paulo e Curitiba. (Foto: Reprodução/Instagram)

O Avenged Sevenfold (A7X)  anunciou recentemente a suspensão de todos os shows que fariam na América Latina. A banda contava com dois shows confirmados: em Curitiba, no dia 2 de outubro, e em São Paulo, no dia 4, trazendo ao país a turnê Life Is But a Dream. De acordo com a banda, a ideia é que as datas sejam reagendadas para 2026.

Avenged Sevenfold coleciona sucessos que marcaram gerações, como Nightmare, Afterlife, Hail to the King e A Little Piece of Heaven. Mas, curiosamente, existe uma música da qual o vocalista M. Shadows se arrepende até hoje.

Em entrevista à Fire, o cantor explicou que a gravadora Warner Bros. teve grande influência nas decisões do álbum autointitulado.

Ele contou que, na época, a banda acreditava que Afterlife seria um single óbvio e de grande impacto. Porém, ao apresentar a faixa para Tom Whalley, então CEO da gravadora, a resposta foi que a música soava “um pouco Warped Tour”.

Esse comentário acabou mudando toda a percepção do selo, que preferiu apostar em outras canções.

Shadows disse que foi a primeira vez que a banda abriu mão do controle criativo e deixou a gravadora ditar os rumos do projeto. O resultado foi frustrante: Afterlife só se tornou single na quarta rodada de lançamentos e ainda chegou com cortes no solo de guitarra. Para ele, “cada decisão errada possível foi feita para arruinar aquela música e o disco”.

No álbum, o solo original de Synyster Gates segue intacto. Já a versão lançada como single, e também o videoclipe, apresentam trechos editados e reduzidos logo no início da faixa.

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