Dua Lipa está chegando! Relembre os convidados que brilharam e os covers que queremos ouvir no Brasil

Dua Lipa está voltando ao Brasil, agora com a Radical Optmism Tour. Quais covers a cantora pode escolher para tocar por aqui? Veja apostas!
Foto: Divulgação

Dua Lipa está prestes a desembarcar no Brasil no próximo mês. A cantora se apresenta no dia 15 de novembro em São Paulo, no estádio do MorumBIS, e no dia 22 de novembro no Rio de Janeiro, na Área Externa da Farmasi Arena.

Com um setlist repleto de grandes hits, contando com mais de 22 músicas no repertório, Dua Lipa vem transformando a Radical Optimism Tour em um daqueles shows em que, além da produção impecável, o inesperado acontece em cada cidade. Isso porque Dua canta um cover especial a cada show e, toda noite, recebe um convidado que conecta a plateia à história musical local do país. E para a passagem pela América Latina, a cantora adiantou em entrevista recente à Variety que está preparando algo ainda mais especial:

“Sim, esse será outro desafio, vou cantar tudo em espanhol e português. Então, fiquem de olho.” — Dua Lipa, à Variety.

Dua Lipa faz dois shows no Brasil

Então, para aquecer e entender como Dua Lipa tem surpreendido seus fãs e o mundo, selecionamos cinco dos momentos mais comentados dessa fase da turnê, como encontros marcantes com grandes nomes e lendas da música que dividiram o palco com ela, além dos covers que cantaram juntos.

E na sequência, para aquecer, escolhemos também cinco artistas brasileiros e músicas que adoraríamos ver Dua Lipa interpretar em sua passagem pelo Brasil. Bora?

Cinco dos momentos mais comentados da turnê

Gwen Stefani — “Don’t Speak” (No Doubt)

Fechando a passagem de Dua Lipa por Los Angeles, Gwen Stefani subiu ao palco para dividir os versos de Don’t Speak, clássico do No Doubt, em um encontro geracional que misturou homenagem e reencontro. A presença de Stefani foi tratada pela cantora como um tributo pessoal, já que Dua Lipa disse que Gwen era uma de suas influências, e o público respondeu em coro cantando esse baita hit com muita emoção.

Lionel Richie — “All Night Long (All Night)”

Em outra noite de grandes surpresas na mesma temporada de shows em Los Angeles, Dua convidou Lionel Richie para um dueto de All Night Long, transformando a arena em um grande baile pop-soul. O encontro foi celebrado pela crítica como um dos momentos mais calorosos da turnê, resultando em um match perfeito entre a vertente dançante de Dua e o legado festivo de Richie.

Billie Joe Armstrong (Green Day) — “Wake Me When September Ends”

Em San Francisco, a cantora trouxe ao palco Billie Joe Armstrong, vocalista do Green Day, que recentemente esteve no Brasil, para uma versão intensa de Wake Me When September Ends, uma escolha óbvia para a cidade e para o repertório do Green Day. A junção do vocal pop de Dua com o timbre punk de Billie virou um dos vídeos virais dos shows recentes, e uma grande celebração do legado musical da banda.

Lenny Kravitz — “It Ain’t Over ’Til It’s Over”

Na sua passagem nova-iorquina da turnê no Madison Square Garden, Lenny Kravitz apareceu para dividir o microfone em It Ain’t Over ’Til It’s Over, balada-soul dos anos 1990. O dueto reforçou a ideia de que a turnê não é só sobre os hits de Dua, mas também um espaço para diálogos entre gerações e estilos, com momentos de guitarra e groove que levaram a plateia a cantar junto.

Nile Rodgers (Chic) — “Le Freak”

Ainda em Nova York, Nile Rodgers, a lenda por trás de incontáveis grooves, foi chamado para tocar Le Freak com Dua e sua banda. O encontro trouxe a disco-funk clássica para o setlist e teve a assinatura inconfundível do “hitmaker” na guitarra; foi daqueles instantes em que a pista de dança do estádio ganhou status de sala de aula de história da música.

A ideia por trás dos convidados

Mais do que colecionar celebridades, a rotina de covers e convidados da Radical Optimism Tour virou um exercício de conexão de Dua Lipa com o local por onde passa. A cantora tem escolhido um artista ou uma canção relacionada ao lugar e, quando possível, divide o palco com a própria lenda. O resultado é em uma turnê que vira arquivo de momentos únicos, graças à lista que já conta com mais de 50 covers! E o Brasil? Qual será o artista, ou o cover, que Dua Lipa vai escolher para performar por aqui? Selecionamos cinco apostas e sugestões que poderiam render momentos inesquecíveis em sua passagem pelo país, confira!

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5. Dua Lipa e Caetano Veloso — “Garota de Ipanema/ Samba de Verão”

Garota de Ipanema é a escolha perfeita para representar o Rio diante do olhar internacional de Dua Lipa, e uma performance com Caetano Veloso seria o ponto alto emocional do show, principalmente por se tratar de um grande clássico eterno da bossa nova. A voz suave e poética de Caetano encontrando o tom elegante de Dua Lipa resultaria em um momento intimista e simbólico, e uma releitura de Samba de Verão (ou até So Nice, sua versão em inglês) poderia traduzir a essência da MPB para o público global. Seria um dueto entre o passado e o presente, entre o Rio dos anos 1960 e o pop londrino de 2024.

4. Dua Lipa e Marisa Monte — “Já Sei Namorar”

Pop, leve e atemporal, Já Sei Namorar é o tipo de música que poderia estar no repertório de qualquer show da Dua. E quem melhor que Marisa Monte, dona de uma voz sofisticada e universal, para dividir o microfone com a britânica? A parceria traria elegância e suavidade, com arranjos que misturariam violão, batida eletrônica e charme tropical, se transformando em um encontro de gerações e estilos que facilmente ganharia o mundo.

3. Dua Lipa e Anitta — “Menina Veneno”

Não tem como deixar de falar em Anitta quando pensamos em uma das maiores vozes no Brasil e no exterior, e uma das maiores forças do pop/funk brasileiro atualmente. E, para os momentos mais dançantes da noite, nada como Dua Lipa e Anitta unindo forças em um clássico repaginado. Menina Veneno, sucesso de Ritchie nos anos 1980, ganharia um novo fôlego em versão pop-funk, com vocais divididos e um refrão explosivo. Dua Lipa traria o brilho e o groove internacional, enquanto Anitta daria aquele toque de irreverência brasileira que faz qualquer estádio virar pista de dança.

2. Dua Lipa e Liniker — “VELUDO MARROM”

Entre os nomes brasileiros que poderiam dividir o palco com Dua Lipa, Liniker se destaca como uma escolha poderosa e representativa. Natural de São Paulo, a cantora trans negra já conquistou múltiplas indicações ao Grammy Latino e se tornou referência na música brasileira contemporânea e na representatividade LGBTQ+. Um dueto entre Dua Lipa e Liniker em Veludo Marrom uniria o pop internacional da britânica à voz intensa e emotiva de Liniker, transformando a performance em um momento de sofisticação, alma e celebração da diversidade.

1 – Dua Lipa e Ney Matogrosso — “Homem com H”

E como vimos no início desta matéria, Dua Lipa tem levado grandes nomes e referências da música para dividir o palco em suas apresentações. Entre os artistas que poderiam dividir o palco com Dua Lipa, Ney Matogrosso surge como uma escolha lendária. Com décadas de carreira e presença de palco icônica, o cantor é referência da música brasileira e um ícone da representatividade LGBTQ+. Um dueto em Homem com H uniria a ousadia e a dramaticidade de Ney ao pop internacional de Dua, prometendo transformar a apresentação em São Paulo em um momento histórico e inesquecível para fãs de todas as gerações.

A escolha de Dua ainda é um mistério, mas ficaremos muito felizes de vê-la cantar com qualquer artista do nosso país. E você não vai querer ficar de fora dessa experiência única né? A Radical Optimism Tour promete momentos inesquecíveis, surpresas a cada música e encontros que celebram talento, diversidade e a energia do público brasileiro.

Os últimos ingressos estão disponíveis na Ticketmaster Brasil.

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