5 músicas do lado B do Linkin Park que gostaríamos de ouvir nos shows no Brasil

Linkin Park no Brasil
Foto: Reprodução

Em novembro, o Linkin Park desembarca no Brasil com a turnê From Zero World Tour, com três shows marcados em Curitiba, São Paulo e Brasília, que prometem ser inesquecíveis. A banda, conhecida por realizar apresentações intensas — e o comeback de 2024 no Allianz Parque foi uma grande prova disso —, tem um catálogo de músicas incríveis que vai muito além dos singles mais conhecidos.

É inegável que hits como In the End, Numb e What I’ve Done sempre mexem com o público e fazem todos cantarem em uníssono, mas a discografia do grupo é poderosa e esconde verdadeiras obras que poderiam ser incluídas nas setlists. Como sonhar é de graça, listamos abaixo cinco faixas do “lado B” do Linkin Park que muitos fãs adorariam ver ao vivo!

5. No Roads Left

Do álbum Minutes to Midnight (2007), No Roads Left é uma das raras faixas em que Mike Shinoda assume completamente os vocais, e o resultado é surpreendente. A canção tem arranjos mais melancólicos e soa como um desabafo, mostrando um lado vulnerável e introspectivo do músico. Ela parece feita sob medida para um momento de respiro em meio a um show intenso, deixando o clima mais emotivo e arrancando algumas lágrimas do público. Por isso, seria uma faixa perfeita para se ouvir ao vivo.

4. QWERTY

Lançada inicialmente como uma demo em 2006 e incluída recentemente no Papercuts (2024), um compilado de grandes sucessos da banda, QWERTY é um dos retratos mais crus da essência do Linkin Park. A canção, que é muito aclamada entre fãs, combina versos rápidos de Shinoda com o vocal mais gritado de Chester Bennington, trazendo um equilíbrio perfeito para a faixa. É o tipo de som que reflete a energia dos primeiros anos da banda e que, sem dúvidas, elevaria ainda mais a potência de qualquer show.

3. Figure.09

Presente no álbum Meteora (2003), Figure.09 é uma faixa que acaba sendo ofuscada por outros grandes sucessos desse mesmo disco, como Numb, Faint e Breaking The Habit. No entanto, ela é um clássico registro da fúria do nu metal e do peso emocional que marcou o início dos anos 2000. O riff de guitarra agressivo, somado aos vocais alternados de Chester e Shinoda, cria uma energia explosiva que funcionaria perfeitamente no palco, que agora conta com Emily Armstrong no lugar de Bennington.

2. Blackbirds

Provavelmente uma das composições mais subestimadas do Linkin Park, Blackbirds é uma faixa que foi gravada originalmente para o Minutes to Midnight, mas acabou não entrando no disco. Posteriormente, ela foi lançada no jogo 8-Bit Rebellion!, em que o jogador deveria vencer o game para ter acesso à música. A letra fala sobre superação e auto descoberta, e possui uma sonoridade que remete à uma fase mais experimental da banda. No palco, essa é uma daquelas faixas que tem muito potencial para emocionar, principalmente os fãs que acompanham a banda desde o início.

1. Across The Line

Lançada como uma faixa bônus do Minutes to Midnight (2007), Across the Line traz um peso emocional diferenciado. É uma música que fala sobre arrependimento e limites ultrapassados, com uma produção que mistura guitarras melódicas e um refrão explosivo, marca registrada da banda. Na versão original, Chester entrega um vocal potente que contrasta perfeitamente com o tom mais reflexivo de Shinoda. Seria incrível ver Emily assumindo os vocais e criando um momento de catarse entre banda e público nessa hora.

Os últimos ingressos para os shows do Linkin Park no Brasil ainda estão à venda.

LEIA MAIS:

Linkin Park — From Zero

Cinco músicas que não podem faltar nos shows do Linkin Park no Brasil