Pierce the Veil entrega show cheio de energia e para todas as idades em Curitiba

Vic Fuentes, vocalista do Pierce the Veil, canta e toca guitarra durante show em Curitiba, iluminado por luzes amarelas no palco. Foto de Ravi Isfer para a Moodgate.
Pierce the Veil ao vivo em Curitiba — Foto Ravi Isfer (moodgate)

O show do Pierce the Veil em Curitiba aconteceu pontualmente e encheu a casa com um público de todas as idades

Um dos últimos shows do ano aconteceu em uma noite de domingo em Curitiba: Pierce the Veil. Em uma breve passagem pela América do Sul, a banda estadunidense fez a sua primeira apresentação no Brasil da nova turnê I Can’t Hear You e foi muito bem recebida pelo público.

Faltando muito pouco para a abertura dos portões, a fila dobrava o quarteirão da Live, mostrando que o público do Pierce the Veil é bastante diverso, contando com adultos que saíram de casa para viver uma noite de nostalgia, e adolescentes que iam com seus pais conferir uma de suas bandas preferidas de perto.

Tudo pareceu ocorrer muito bem no evento, que começou com a abertura com a banda Health, que alterna entre a leveza do synth-pop com  o peso do noise rock. O grupo de Los Angeles, na Califórnia, conseguiu animar os fãs de Pierce the Veil e, quem sabe, também ter conquistado o coração deles.

Em uma pontualidade essencial para um domingo, o Pierce the Veil subiu ao palco. Depois de uma introdução de música regional mexicana, respeitando as origens do vocalista Vic Fuentes, o show começou com Death of an Executioner.

Alternando entre faixas mais recentes, como Pass the Nirvana, e mais antigas, como I’m Low on Gas and You Need a Jacket_, o show fluiu perfeitamente, sem intercorrências e com um público que ficava a cada música mais animado. Era possível ver algumas rodas, pulos em sincronia e muita cantoria a plenos pulmões.

Durante a romântica Emergency Contact, aconteceu um pedido de casamento. “Ela disse sim”, revelou Vic Fuentes comemorando, e então seguindo para Circles. A banda teve dois blocos de “bis”, e por fim retornou ao palco para fechar o show com a icônica King for a Day, parceria do Pierce the Veil com Kellin Quinn, do Sleeping With Sirens.

Talvez, a única crítica seja à apresentação relativamente curta, além do corte de algumas músicas bastante esperadas, o que foi criticado por alguns fãs. O show poderia ter sido mais longo, mas a entrega depois de mais de um ano de espera valeu a pena, sem dúvidas.

Agora, o Pierce the Veil parte para São Paulo para uma única apresentação no dia 16 de dezembro.