Após 12 anos, Alanis Morissette retorna ao Brasil para uma apresentação única na América do Sul no dia 14 de novembro no Allianz Parque, em São Paulo, com a turnê de comemoração dos 25 anos do icônico álbum Jagged Little Pill, que marcou a estreia e legado da cantora na indústria internacional e se tornou um dos discos mais vendidos na história da música.
Fenômeno em meados dos anos 90 – e até hoje, a cantora é conhecida por suas letras introspectivas e emocionais, que unem o grunge e o pop-rock, com uma abordagem autêntica de relacionamentos, identidade e questões sociais. Pensando nisso, a Moodgate separou quatro motivos para você não perder essa noite histórica.
1. Ouvir o Jagged Little Pill ao vivo
Lançado em 13 de junho de 1995, Jagged Little Pill é o álbum mais emblemático da carreira de Alanis, que tinha apenas 21 anos na época de lançamento. O disco, composto por 12 faixas, teve seis singles que foram muito bem recebidos internacionalmente, alcançando a impressionante marca de mais 33 milhões de cópias vendidas.
2. Único show na América do Sul
O show exclusivo em São Paulo não é apenas uma celebração da carreira de Alanis Morissette, mas também marca como a única parada da turnê em toda a América do Sul. É uma oportunidade exclusiva e imperdível para os fãs brasileiros experimentarem a intensidade ao vivo de uma das artistas mais influentes dos últimos tempos.
3. Entrega envolvente no palco
Quando a gaita de All I Really Want começa a soar, é impossível não perceber a entrega e a presença de palco verdadeira de Alanis Morissette. A forma como apresenta suas músicas é marcada por uma paixão e vitalidade contagiantes, conquistando a atenção do público que reservou um espaço na agenda para curtir e vibrar ao som da cantora. A energia que Alanis transmite torna cada momento do show uma celebração da música e de sua autenticidade artística.
4. Ativismo explicito
Além de sua extraordinária carreira musical, a cantora se destaca como ativista em diversas causas significativas, entre elas, os direitos dos artistas, empoderamento feminino, preservação do meio ambiente, bem-estar físico e mental, e defesa dos direitos humanos. Sua postura engajada e comprometida não é apenas uma declaração superficial; reflete-se em suas composições e ações. Um exemplo marcante aconteceu durante o Festival Fuji Rock, no Japão, onde subiu ao palco no show do** Foo Fighters** para homenagear** Sinéad O’Connor**, que faleceu dia 26 de julho deste ano, com o cover de Mandinka ao lado da banda de rock.