A passagem do Interpol pelo Lollapalooza Brasil 2026 foi um dos momentos mais consistentes e elegantes da sexta feira (20), primeiro dia do festival.. No palco Samsung Galaxy, a banda nova-iorquina entregou seu som característico, denso, melancólico e preciso, reforçando por que segue como um dos nomes essenciais do rock alternativo contemporâneo.



A apresentação começou com All the Rage Back Home, definindo desde o início o clima introspectivo que marca sua discografia. À frente, Paul Banks conduziu o show com a habitual sobriedade, emendando No I in Threesome e C’mere em uma performance enxuta, sem excessos, onde a música sempre falou mais alto.
“Rest My Chemistry” aprofunda o clima, menos explosiva, mais envolvente, é quando o show te prende de vez 🖤
— Moodgate ⚡️ (@Moodgate_) March 20, 2026
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O público respondeu com força nos momentos mais conhecidos. Slow Hands e Rest My Chemistry trouxeram uma energia imediata, enquanto Obstacle 1, direto do clássico Turn On the Bright Lights, e Evil do classico antics reafirmaram o peso do repertório da banda ao longo dos anos.
Um clássico que nunca falha! “Obstacle 1” entra e vira um dos apices do show. 🔥
— Moodgate ⚡️ (@Moodgate_) March 20, 2026
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Na reta final, o Interpol manteve a intensidade com The Rover e Narc, preparando o terreno para um encerramento pensado para quem acompanha a banda de perto. Roland reacendeu a plateia antes de PDA, cujo crescendo de guitarras fechou o show com a mesma força contida que define o Interpol: menos espetáculo, mais essência.





